Samambaiaçú

Nome Científico:Dicksonia sellowiana
Família: Dicksoniaceae
Características Morfológicas: Possui cáudice ereto, cilíndrico, e ramagem de até dois metros.
Origem: Nativo da Mata Atlântica.
Ocorrência Natural: Os Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul.

Esta espécie é considerada um “feto arborescente”, ou seja, uma samambaia que atinge porte arbóreo. Mas é um arbusto semi-lenhoso, fibroso, podendo atingir até cinco metros de altura.
O nome samambaiaçu ou samambaiaçu-imperial pode até parecer novo para algumas pessoas. Mas é de seu tronco que se extraía a matéria-prima para a fabricação de vasos e substratos, o famoso xaxim (a prática está proibida, em função de a planta estar na lista de espécies brasileiras ameaçadas de extinção).
Endêmica da Mata Atlântica, houve um tempo em que este arbusto teve seu uso elevado à potência máxima em jardinagem e floricultura. Hoje, com a aprovação do uso da casca de coco verde como forma de conservação da biodiversidade pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) do Ceará, esta realidade começou a mudar. A idéia é que o coco possa substituir de vez o samambaiaçu nas mesmas funções do xaxim. De quebra, encontraria-se ainda outra destinação para lixo gerado por ele nas praias.
Curiosamente, a área com maior ocorrência do xaxim na Mata Atlântica é a Floresta das Araucárias, nos Estados do Sul do País. Não por acaso, é nesta região que acontece também a sua maior exploração. E detalhe: o crescimento da samambaiaçu geralmente é lento (de cinco a oito centímetros por ano).
O samambaiaçu multiplica-se através de esporos (célula reprodutora capaz de germinar, dando novo organismo) e geralmente precisa de um ambiente quente e úmido para isso.

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Fonte: G1 Globo.com