Num de seus relatos, Sr. Luíz nos conta de onde surgiu a idéia de construir o Giardino di Giácomo.

“Minha família veio da Itália, e foi direto para as fazendas de café. Lá ficaram por dez anos e num determinado momento minha avó com seus sete filhos vieram para São Paulo. Ela se instalou onde todos os italianos se reuniam, no Bexiga, um bairro que fica próximo da Av. Paulista. Meu tio que já estava aqui a muito tempo começou a trabalhar como jardineiro daquelas grandes casas da Av. Paulista, e meu pai foi ajudá-lo, ele começou a trabalhar como ajudante de jardineiro naqueles jardins. Meu pai se acostumou com a beleza das flores, ele cuidava e tratava as flores e plantas, conviveu com as pessoas que amavam as plantas. Quando nos mudamos para o Ipiranga, nós tínhamos um terreno muito grande, e meu pai começou a plantar flores como nas grandes casas da av. Paulista e região. Eu nasci e me criei entre flores, e eu via, por exemplo, a beleza de uma borboleta e dos beija-flores que vinham até a minha casa sugar o néctar das flores que meu pai plantava. Além desses passarinhos outros também frequentavam nosso jardim. Então, desde muito cedo eu me acostumei as flores, me acostumei as borboletas, aos vagalumes, joaninhas, eu me sensibilizava, eu amava toda essa vida, essa poesia que a divina providência coloca a nossa disposição. Quando me casei fiz na minha casa muitos jardins, e sempre procurava colocar flores que tivesse esse atrativo de beija-flor, que é o passarinho simplesmente mais bonito do mundo, é a máquina voadora mais perfeita que existe. Numa das idas às bibliotecas e livrarias eu encontrei o “Jardim dos beija-flores” de Johan Dalgas Frisch. Imediatamente comprei o livro e me apaixonei por tudo, comecei a seguir no plantio dessas belezas florais e atrair as borboletas, os beija-flores. Isso encanta a minha vida a algumas dezenas de anos, e agora temos a felicidade de construir o Giardino di Giácomo. Johan Dalgas Frisch incentivou-me com o seu livro mostrando a beleza fotográfica de todos os beija-flores brasileiros, e até sul-americanos. Então parabéns Johan Dalgas Frisch, que pode orientar o meu trabalho, e obrigado pela inspiração. Pretendo copiar, transportar o livro de Johan Dalgas Frisch (que fotografou os beija-flores e as flores em todo o Brasil) para um único lugar. Esse único lugar se chama Giardino di Giácomo.”

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